| NASCEU O REI DOS REIS
O Natal é tempo de celebração, mas também de reflexão. Mais do que uma data, ele nos convida a olhar com atenção para quem realmente é Jesus e para a forma como Deus escolheu se revelar ao mundo. Desde o nascimento de Cristo, Deus quebra completamente a lógica humana. O mundo associa autoridade, poder, riqueza e sucesso a status, força e visibilidade. Mas Deus faz exatamente o contrário: o Rei dos Reis nasce como um bebê, em uma manjedoura, longe de palácios, cercado por simplicidade. Ainda assim, sinais celestiais, anjos e pastores apontam que algo extraordinário estava acontecendo. O profeta Isaías já havia anunciado esse nascimento. Um menino nos foi dado, e sobre Ele estaria o governo. Ele seria chamado Maravilhoso Conselheiro, Deus Poderoso, Pai Eterno e Príncipe da Paz. Os judeus esperavam um Messias forte, um libertador político, alguém que governasse com imponência. Porém, Deus se manifesta como uma criança comum, mesmo sendo de linhagem real. Jesus era descendente da casa de Davi, mas, aos olhos da sociedade, era apenas mais um. Isso revela um princípio espiritual profundo: Deus escolhe o que o mundo despreza para confundir os sábios e revelar Sua glória. A fraqueza humana é o palco onde o poder de Deus se aperfeiçoa. A mensagem do Natal nos ensina que: Quando nos humilhamos, Deus nos exalta; Quando nos esvaziamos, Ele nos enche; Quando servimos, recebemos responsabilidade; Quando nos submetemos, recebemos autoridade. |
| Jesus, sendo Deus, não se apegou à Sua glória. Ele se esvaziou, se fez servo, humilhouse e foi obediente até a morte. Por isso, Deus o exaltou acima de tudo e de todos. Toda autoridade que Jesus possui hoje foi conquistada pela submissão ao Pai.
O Natal é a prova de que Deus desceu até nós para que pudéssemos ser elevados até Ele. A manjedoura mostra que Deus abriu mão de todo luxo terreno para alcançar o nosso coração. O verdadeiro poder está no amor que se doa, e a verdadeira riqueza é a paz que Ele oferece. Jesus veio para nos salvar: Da morte eterna; Do poder do pecado; Das correntes que nos aprisionavam. Por isso, o maior presente que podemos oferecer a Jesus não são coisas, mas vidas entregues a Ele. O chamado continua vivo: ganhar almas, amar pessoas e ensiná-las a viver tudo aquilo que Jesus ensinou. O Natal não é apenas uma lembrança do passado. É um convite presente. E a pergunta final permanece: você já entregou sua vida a esse Rei? |
